Sociedade
14 Agosto de 2022 | 11h56

Mais de três milhões famílias envolvidas na campanha agrícola no país

Três milhões, 180 mil 497 famílias camponesas estarão envolvidas na campanha agrícola 2022-2023, no país, com a previsão de colher 26 milhões, 41 mil 517 toneladas de produtos alimentares diversos, revelou, sábado, no Lubango, o ministro da Agricultura e Pescas, Francisco Assis.

Para tal foram preparados mais de um milhão e 500 mil hectares, onde se prevê produzir  batata-rena, mandioca e batata-doce, leguminosas e oleaginosas, fruteiras e hortícolas.

O governante, que anunciou os números à ANGOP, apesar de avançar dados comparativos, frisou que há cada vez mais famílias rurais e peri-urbanas a praticar a agricultura, graças aos incentivos das autoridades.

O ministro sublinhou que os preparativos para o arranque da epóca agrícola, marcada para Novembro, decorrem de forma organizada, para que os imputs e as sementes estejam disponíveis a tempo.

Francisco Assis considerou que para assistir com meios, pelo menos 10 por cento dessas famílias, são necessários cinco mil toneladas de milho, 500 toneladas de sementes de massango, 400 toneladas de arroz, duas mil toneladas de feijão, 500 de soja, 250 toneladas de sementes de trigo, 500 de batata-rena, cinco milhões de propágulos de batata-doce, três milhões estacas de mandioca e cinco mil mudas de fruteiras.

Em relação aos fertilizantes e correctivos, Francisco Assis afirmou que o governo vai prover 15 mil toneladas de NPK de adubos 12-24-12, cinco mil de sulfatos de amónio, igual quantidade de ureia e quatro mil calcários dolomitico.

"Juntam-se as necessidades, mil pulverizadores de dorso, bem como um milhão, 476 mil 383 enxadas, quantidade idêntica de catana e de sachos, 50 mil charruas de tracção animal e de machados, um milhão e dez mil foices”, disse.

O Ministério da Agricultura e Pescas tem controladas mil 979 cooperativas, 797 das quais legalizadas que congregam 188 069 membros, assim como sete mil 402 Associações de camponeses, 355 delas legalizadas.

Fonte: Angop