Saúde
22 Julho de 2021 | 12h55

Fundo Global disponibiliza mais de 100 milhões de dólares para saúde

Cento e três milhões e dois mil dólares foram disponibilizados pelo Fundo Global para combater o VIH/Sida, tuberculose, malária e a Covid-19 em Angola, com maior foco nas províncias do Cuanza Sul e Benguela.

Desse financiamento, 82.6 milhões de dólares serão para atender as necessidades ligadas às doenças do VIH/Sida, Tuberculose e Malária e 20.6 milhões para Covid-19.

O facto foi anunciado hoje, quarta-feira, em Luanda, pela representante interina do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Mamisoa Rangers, no acto de "Lançamento da Nova Subvenção do Fundo Global 2021-2024".

Segundo a responsável,  o financiamento visa fortalecer o sistema de saúde e comunitários, bem como diminuir a incidência de novas infecções por VIH para 1.1%, na população geral e em crianças de mães seropositivas para 4% até 2023.

O valor será usado para diminuir a taxa de incidência para 320 por 100 mil habitantes e mortalidade para 40, quanto a Malária diminuir o número de falecidos para 19 por 100 habitantes a taxa de positividade para 35% até 2023.

Por sua vez, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, apontou a situação epidemiológica e demográfica como factor de escolha do Fundo Global nas províncias de Benguela e Cuanza Sul, de acordo aos registos de Malária e Tuberculose.

Para uma melhor gestão dessa subvenção, Sílvia Lutucuta, fez saber que haverá uma supervisão rigorosa.

Por seu turno, o director provincial da saúde do Cuanza Sul, Felizardo Manuel, referiu que a subvenção vai permitir a continuidade de três fases na acção em saúde, quanto a malária, tuberculose e VIH na promoção e  prevenção, a segunda componente, tratamento e diagnóstico, bem como a reabilitação, atendimento medicamentoso e formação contínua aos técnicos.

Já para o director provincial de Benguela, Manuel Cabinda, pelo perfil epidemiológico e caracterizado pela Malária, VIH e a Tuberculose a nova subscrição do Fundo Global em Angola vai garantir um sistema de saúde mas fortalecido com a formação de quadros, prevenção, diagnóstico e tratamento.

Para diminuir o fluxo de casos, o médico disse ser fundamental promover melhor saúde para população, visto que Benguela até ao passado trimestre registou mais de dois mil casos de malária dia, este número diminuiu nos últimos dias para mil e 200 casos.