Internacional
16 Maio de 2022 | 15h57

Os efeitos secundários do jejum intermitente que deve ter em conta

Cada vez mais ouvimos falar em jejum intermitente. Vários estudos sugerem que ajuda a regular os níveis de colesterol e triglicerídeos e até a prevenir a tensão arterial alta. Porém, será esta prática assim tão benéfica?

Na realidade, o jejum intermitente "poderá ter efeitos secundários, como fome, fadiga, fraqueza, insónias, náuseas e dores de cabeça", alerta Sofia Alves, nutricionista no Trofa Saúde Boa, Braga Sul, Alfena, Gaia e Hospital da Trofa, num artigo publicado no portal Trofa Saúde Alfena. Estes efeitos, explica, "poderão ser temporários até que o corpo se adapte ao novo esquema alimentar".

A especialista sublinha, ainda, que "o jejum não é apropriado a todos". "Doentes diabéticos, doentes com perturbações alimentares, grávidas ou mulheres a amamentar ou a tentar engravidar e crianças não o deverão pôr em prática", diz.

"O jejum alimentar é um processo individual, e por isso deverá consultar um especialista na questão, para ter um correto acompanhamento", conclui.